Em todas as regiões do Brasil observamos a atuação de Coletivos de Gravura produzindo gravura contemporânea, e agindo em muitos casos de forma engajada e politizada junto à comunidade da qual pertencem, alargando assim, o campo da gravura contemporânea.

Os coletivos de gravura brasileiro são expressão de um movimento global. Em todo o mundo grupo de artistas gravadores reúnem-se para trocar experiências, fazerem parcerias e mobilizarem ações visuais e de cunho social. Cabe ressaltar ainda que os coletivos ou grupos de gravura possuem histórico bastante relevante, sendo fundamentais para a democratização da arte já no século XX.

Nesta matéria apresentarei algumas questões que tratam dos coletivos de gravura nacionais que produzem gravura contemporânea de qualidade e que impactam criticamente em diversas regiões do país, sendo, portanto, o reflexo de junções que envolvem características regionais imersas no universo que compõe a gravura contemporânea.

O levantamento realizado à cerca dos coletivos de gravura nacionais apresenta um panorama extremamente produtivo, desterritorializado e diverso. Por todo o país e em todas as suas regiões encontraremos coletivos, ateliês ou grupos de gravadores trabalhando para a promoção da gravura contemporânea, seja realizando cursos, aulas, workshops, exposições, vendas, feiras e diversas atividades, muitas delas em conjunto com áreas afins como arquitetura e designer ou mesmo áreas diversas, como culinária, meditação. Como o visto, o universo das associações gráficas dos coletivos de gravura é vasto.

A apresentação do levantamento referente aos coletivos de gravura visa aqui mostrar um campo e estimular os contatos e os intercâmbios entre as regiões. Nas pesquisas que realizei para esta matéria identifiquei atuação de coletivos de gravura em Belém, Cariri, Porto Alegre, Franca, Florianópolis, Crato, Campinas, e outras localidades, ou seja, nas mais diversas regiões do Brasil. O primeiro caráter a ressaltar, portanto a respeito dos coletivos de gravura nacionais é a diversidade de sua localização, consubstanciando tendências universais com nuanças regionais, inovando, renovando e expandindo a gravura contemporânea em um centro móvel e dinâmico que costumam ser os coletivos de gravura.

Outra característica que deve ser observada diz respeito a forma de atuação dos coletivos de gravura, ou seja as convicções, ações e programas definidos pelos participantes dos coletivos. Alguns dos coletivos estudados apresentam características de atelier livre, com fluxo aberto de entrada e saída de professor e aluno, outros apresentam estruturas definidas no entorno de cursos, com cronograma mais ou menos definidos semestralmente, havendo outros exemplos de coletivos com cunho engajado socialmente e que promovem ações de ensino e formação aberta, outros ainda focalizam a produção de gravura contemporânea enfatizando a voz do artista gravador. Como podemos rapidamente observar as propostas dos coletivos de gravura são diversas e cada coletivo invariavelmente tem entre suas propostas objetivos e ações que refletem sua localização e seu posicionamento frente a gravura contemporânea.

A seguir o leitor poderá obter maiores informações à cerca dos coletivos de gravura nacionais. Está disponibilizado abaixo a localização, contatos e conteúdos relevantes sobre os coletivos de gravura, ateliers, centro culturais e artistas gravadores do país.

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Clube de colecionadores do MAM São Paulo

Os clubes de colecionadores foram criados para fomentar o colecionismo e incentivar a produção artística brasileira. A associação a cada clube é anual e dá direito a cinco obras comissionadas pelo MAM para cada edição. As obras selecionadas por curadores renomados nas áreas de gravura e fotografia são produzidas em tiragens de 100 exemplares e entregues aos sócios dos clubes com certificado de autenticidade. Provas de artista de cada obra são incorporadas à coleção do museu.

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Com curadoria de Cauê Alves, a edição 2016 tem obras de:

Arnaldo Antunes – São Paulo/ SP
Brígida Baltar – Rio de Janeiro/ RJ
Cristiano Lenhardt – Itaara/ RS – (vive e trabalha em Recife/ PE)
Lenora de Barros – São Paulo/ SP
Nelson Felix – Rio de Janeiro/ RJ

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Com curadoria de Eder Chiodetto, a edição 2016 tem obras de:

Geraldo de Barros – (nasceu em Chavantes/ SP 1923 – morreu em São Paulo SP 1998).
Luiza Baldan – Rio de Janeiro/ RJ
Miguel Rio Branco – Rio de Janeiro/ RJ
Walda Marques – Belém/ PA
Yuri Firmeza – São Paulo/ SP (vive e trabalha em São Paulo/ SP e em Fortaleza/ CE)

http://mam.org.br/faca-parte/clube-de-colecionadores/

Coletivo de Gravura do CIC, (Centro Integrado de Cultura), Florianópolis/SC.

Coletivo de Gravura do CIC, (Centro Integrado de Cultura), Florianópolis/SC.

Coletivo de Gravura do CIC, (Centro Integrado de Cultura), Florianópolis/SC

Responsável pela formação de várias gerações de gravadores catarinenses, o pioneiro ateliê de gravura do Centro Integrado de Cultura (CIC), em torno do qual gravita um grupo de xilogravurista, mantem suas atividades a mais de 30 anos. As oficinas na cidade de Florianópolis/SC, começaram no final dos anos 70, com Onor Filomeno e Jayro Schmidt. Eles passaram o bastão para Carlos Roberto, o Bebeto, que desde 1984 dá aulas gratuitas na instituição. Assim que o CIC foi aberto, a primeira oficina foi a de gravuras – xilogravura, litogravura (técnica em pedra) e gravura em metal.

Bebeto, é o mestre gravador de maior reconhecimento no estado por sua atuação à frente do atelier de gravura do CIC. Com formação em desenho arquitetônico, aproximou-se dessa linguagem por um amigo e começou como aluno de Filomeno.

O grupo de gravura reúne artistas que trabalham com a arte da gravura há mais de 30 anos com outros gravadores iniciantes, que há apenas pouco mais de um ano se iniciaram nessa arte. No dizer de Jayro Schmidt, artista plástico, professor de pintura e de história da arte nas Oficinas de Arte do CIC, o Grupo de Gravura “reúne gravadores, desde os mais experientes, que aliam excelência técnica com linguagem pessoal, como os demais gravadores, que gradualmente descobrem os segredos dos materiais e dos instrumentos, as técnicas propriamente ditas, o que exige a espontânea relação de intuição e intelecto”. A trajetória de alguns integrantes desse grupo e a atuação nas oficinas de gravura do CIC denota uma experiência, em termos de coletividade, incomum no cenário artístico nacional, destaca o professor.

Professor/artista:
Carlos Roberto Nascimento de Oliveira (Bebeto),
Fan page:
https://www.facebook.com/oficinadegravura/
Blog:
http://gravuraflorianopolis.blogspot.com.br/2010_08_01_archive.html
Localização:
Sala 9, das Oficinas de Arte do CIC (Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis – SC).

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A arte da gravura tem uma característica muito peculiar, que é a de dar muita margem à experimentação e à pesquisa. Por esse motivo, muitos artistas, inclusive os contemporâneos, em algum momento de sua vida, se sentem atraídos pelo processo, o que costuma deixar marcas em toda sua produção artística. Isso, nós acreditamos, explica por que esses processos, tão antigos, nunca perdem adeptos, e a gravura se mantém sempre viva. E se renova, com novos conceitos e novas tecnologias.

Com essa preocupação o ateliê de gravura da FAV – Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás – mantém o Ateliê Livre, um espaço para que alunos e professores, ex-alunos e artistas da cidade possam participar – todos aqueles que quiserem trabalhar/se desenvolver/pesquisar no campo da gravura. Para todos os que queiram aprender ou se aprofundar na arte da gravura. Não é um espaço de aula, mas um espaço de produção, de impressão e de experimentação e investigação.

O Ateliê Livre de Gravura da FAV – UFG já existe, informalmente, a mais de quinze anos e por ele passaram diversos gravadores ou artistas da comunidade que desenvolvem seus trabalhos em outros meios. Nesse momento temos um grupo, que se originou no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual, e que vem se constituindo em um movimento para dar à gravura o espaço e a visibilidade que ela merece ter.

Nossa proposta é dar continuidade à investigação da riqueza e das possibilidades poéticas que a gravura oferece, seja com os métodos tradicionais, seja com novas tecnologias, mas sempre com uma preocupação experimental. E, além da produção de gravuras, visamos a troca de experiências entre os participantes o que o trabalho em conjunto no ateliê proporciona, a divulgação de nossos experimentos via boletins virtuais e exposições dos resultados obtidos.

http://atelielivredegravura.blogspot.com.br/

Coletivo de Gravura do Museu da Gravura Cidade de Curitiba – Solar do Barão

Coletivo de Gravura do Museu da Gravura Cidade de Curitiba – Solar do Barão

Na passagem de 1980 a 1981, o ateliê de gravura do Centro de Criatividade foi transferido para a recém-inaugurada Casa da Gravura. Com essa transferência, o Solar do Barão assumiu as funções do Centro e se tornou o principal pólo de produção e ensino da gravura em Curitiba. Nesse processo, contudo, não apenas um conjunto de prensas e pedras mudou de endereço, como o próprio staff de orientadores e frequentadores acompanhou a mudança, levando consigo um certo entendimento de gravura e de arte. O próprio Fernando Calderari, por exemplo, consolidou sua influência local e logo assumiu a primeira coordenação da Casa da Gravura, trazendo consigo suas alunas do Centro de Criatividade Rosane Schlögel e Uiara Bartira, que juntas passaram a orientar os ateliês de litografia e gravura em metal, respectivamente. Abertos em março de 1981, os dois ateliês seriam dali em diante o carro-chefe da Casa, centralizando a produção de gravura e atendendo a demanda do público interessado.

Museu da Gravura Cidade de Curitiba

Inaugurado em 1989, o Museu da Gravura é um local de tradicionais exposições temporárias de grandes artistas nacionais e estrangeiros que se destacam nas mais diversas expressões da técnica de gravura. Com cinco mil obras disponíveis, o acervo apresenta ao público criações de renomados artistas como Picasso, Louise Bourgeois, Joel Shapiro, Brice Marden, Andy Warhol, Kiki Smith, Isabel Pons, Oswaldo Goeldi, Valtércio Caldas, Calasans Neto, Amilcar de Castro, Cildo Meireles, Antonio Dias, Anna Bella Geiger, Tomie Otake, Daniel Senise, Mira Schendel, Luiz Carlos de Andrade Lima, Poty Lazzarotto, Uiara Bartira, Denise Roman, entre outros.

Loja da Gravura

Oriunda da antiga Casa Gilda Belczak, a Loja da Gravura oferece um espaço para comercialização e exposição de gravuras, além de promover a ampliação e o intercâmbio entre artistas paranaenses e nacionais.

Site:
http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/solar-do-barao/
http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/loja-da-gravura/
Localização:
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro
Contato:
(41) 3321-3247
museudagravura@fcc.curitiba.pr.gov.br

Núcleo de Gravura de Porto Alegre

O Núcleo foi fundado em 8 de outubro de 1984 no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. É uma Associação de Artistas Gravadores que atuam de forma independente, desenvolvendo as técnicas gráficas como: Xilogravura, Linóleogravura, Calcografia que também é chamada Gravura em Metal, Litografia, Serigrafia, Gravura Digital.

Tem como finalidade congregar e estimular os gravadores a participar em atividades culturais como Exposições, Encontros, Feiras de Gravura, e Intercâmbios no Brasil e no Exterior, como já houve com a França, a Alemanha, Estados Unidos, Peru, Colombia e Uruguay.

Para a criação do Núcleo de Gravura do Rio Grande do Sul, constata-se que as reuniões se iniciaram no Atelier Livre da Prefeitura. Foi lá que Anico Herskovitz, Maristela Salvatori e Glaé Eva Macalós elaboraram o Estatuto que, posteriormente, foi aprovado em reunião geral. A primeira diretoria executiva foi composta por Suzana Sommer, Maristela Salvatori. Jair da Silva Dias, Silvia Cestari Cunha e Glaé Eva Macalós e o primeiro Conselho Fiscal por Marta Loguércio, Ondina Pozoco e Ricardo Campos. Do Atelier Livre da Prefeitura, o Núcleo de Gravura passa para o antigo Hotel Magestic, hoje Casa de Cultura Mário Quintana, reunindo-se depois no MAM. Finalmente, contando com a adesão de todos os grupos então atuantes e aberto a todos os artistas gravadores, é inaugurada a sede do Núcleo de Gravura, no Museu do Trabalho.

Site:
https://nucleodegravurars.wordpress.com/
Fan page:
https://www.facebook.com/nucleodegravuradors
Localização:
Museu do Trabalho de Porto Alegre. Rua dos Andradas, 230
CEP 90020-000 – Porto Alegre – RS – BRASIL
Contato:
Tel/fax (51) 3227-5196

Ateliê Piratininga.

Ateliê Piratininga

Gravado na História
O Atelier Piratininga sempre foi formado por um grupo de artistas bem heterogêneo e, de tempos em tempos, é modificado naturalmente com a saída e a entrada de cada membro, em uma constante transformação. A gravura dos membros atuais do Atelier Piratininga é marcada por uma diversidade de técnica e de linguagem, temperadas pela poética pessoal de cada artista, suas convicções, percepções da manifestação da vida, paixões e anseios.
As estampas produzidas também dialogam sobre os ciclos de vida e a morte, a transição do tempo, a tranquilidade das paisagens, a contemplação dos animais, a forma em pequenos objetos e o maravilhamento em fazer retratos. Um contraponto sutil e silencioso em relação ao ambiente da grande metrópole de São Paulo, onde o atelier foi fundado, e ao mesmo tempo a cidade revela-se de forma oculta, escondida, nas estampas.

Site:
http://atelierpiratininga.com/
Contato:
atelierpira@gmail.com
+55 (11) 2373 0224
Localização:
R. Fradique Coutinho, 934, Casa 1, Vl. Madalena, São Paulo, SP, Brasil, CEP 05416-001.
Blog:
http://atelierpiratininga.blogspot.com.br/

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Gráfica Lenta
“A prensa é inimiga da perfeição”

Esse é o lema da Gráfica Lenta, que surgiu por iniciativa do artista Maurício Castro, em abril de 2014. A Gráfica Lenta além de produzir gravuras, tem um posicionamento político e social, que presa por uma desaceleração. Um respeito ao nosso tempo. Um tempo de criação mais lento. Mais humano.

A ideia, o desenho. O corte do linóleo. A escolha das cores. Mãos sujas tinta e atenção: Cuidado com o papel! É preciso posicioná-lo bem na prensa. Lá vai a gravura ganhando vida. São transformações graduais de uma única arte em muitas, cada qual com sua combinações de cores e impressões.

Entre árvores, gatos e goivas, tintas, papéis e prensa: um mundo colorido! Este é o ambiente de trabalho da Gráfica Lenta. Muitos artistas ocupam o quintal da Maumau, nosso espaço de convergência artística, numa intensa produção de gravuras.

Um encontro entre artistas, com traços e experiências diversas, acontece semanalmente. O que acaba por gerar uma troca de conhecimento e técnica de forma natural e fluida.

Estes encontros são abertos ao público, e tem por intuito estimular a produção de gravuras. Aqui não há formato certo. Às vezes, o erro é bem vindo! Tudo é naturalmente “deformado”. Tudo é mutável.

Por ter um caráter expansivo, a Gráfica Lenta foi agregando mais e mais artistas! Uns passam, outros ficam e assim vamos procriando.
A prole só aumenta! Prevalece o bom senso e a harmonia criada por nós, artistas.

Site:
http://www.maumaugaleria.com/home/casa-2/grafica-lenta/
http://www.lojinhagraficalenta.iluria.com/
https://facienda.com.br/tag/lojinha-grafica-lenta/
Localização:
Rua Nicarágua, 173. Espinheiro – Recife, Pernambuco.
Contato:
Brasil +55 81 3221-7900.
Mau Mau.
Site:
http://www.maumaugaleria.com/

Xicra

Pensando a gravura a partir do conceito de campo ampliado, o Grupo XICRA vem desenvolvendo seu processo de pesquisa desde a gravura tradicional de capa de cordel até sua inserção na arte urbana através do lambe-lambe e da possibilidade de diálogo com outras linguagens.

Sempre acreditando no intercâmbio e percebendo que através da troca de experiências com outros artistas possam surgir novas possibilidades de discutir e fazer arte, o grupo participou de uma conexão gráfica em 2011 com gravuristas de Oaxaca, Berlim e São Paulo.

Em 2012 através do Projeto O Fio da Xilo com apoio da FUNARTE, projeto que tem como objetivo o incentivo à produção xilográfica de jovens caririenses, surgiu entre muitas experiências interessantes, o contato com a gravadora argentina Julieta Warman e o Coletivo MUXICA – Mulheres Xilógrafas do Cariri, artistas que vem pesquisando e atuando junto do Grupo XICRA desde então.

É importante pensar nesta presença feminina no campo da xilogravura nordestina e no incentivo a permanência, campo este com predominância masculina. Acreditamos que esta permanência é alimentada através da inserção de sua produção no circuito de arte.

Site:
https://xicra.wordpress.com/

Atelier do Porto

O Atelier do Porto é um coletivo de artistas estabelecido no centro histórico da cidade de Belém, que se destaca por sua atuação no campo das artes visuais com acento na produção e na difusão da gravura produzida no estado do Pará. Contudo, a pesquisa de criação do grupo que responde pelo espaço não se limita a uma modalidade técnica, seu campo de interesse envolve outras linguagens, como a escultura, a pintura e a vídeo-arte, por exemplo.

Diante da necessidade de pensar a produção artística contemporânea no contexto local, o grupo constituído por Armando Sobral e Elaine Arruda decidiu ampliar suas atividades visando a consolidação de um projeto que possa reunir produção e mercado. O primeiro passo foi criar um espaço para a comercialização das obras de diversos artistas e abrir o atelier para visitação como estratégia de difundir o conhecimento da arte, iniciativa considerada fundamental para estimular um ambiente propício ao estabelecimento de um circuito independente na cidade.

Site:
http://atelierdoporto.blogspot.com.br/
Fan page:
https://www.facebook.com/atelierdoportobelem
http://www.flickr.com/photos/atelierdoporto
Localização:
Rua Gurupá, 104. Cidade Velha, Belém-Pará, Brasil.
Contato:
+55(91) 3255-8816
atelierdoporto@gmail.com

 

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Xilomóvel

O Xilomóvel é um ateliê itinerante, equipado com todo o material necessário para a prática da xilogravura – técnica da gravura em madeira. Formado por três artistas plásticos apaixonados por gravura, o projeto foi desenvolvido como manifestação artística e como ferramenta educacional.
O que queremos é divulgar, mostrar o que a xilo tem de especial.

Fan page:
https://www.facebook.com/xilomovel.atelieitinerante
Blog:
http://xilomovel.blogspot.com.br/
Vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=St5Qy-zGPdk
Localização:
Barão de Geraldo, Campinas, São Paulo, Brasil.
Contato:
xilomovel@gmail.com

Estúdio Valongo

Em 2012, diante de reformulações estruturais o Estúdio Valongo toma outro formato onde as atividades desenvolvidas, à partir de agora, serão focadas em um único eixo: difusão.

Tendo a coordenação dos artistas associados à AJA_artes visuais: Fabrício Lopez, Fabiola Notari e Márcia Santtos, O Estúdio passa a atuar como uma rede colaborativa, articulando ações e projetos que dinamizem a produção artística na Baixada Santista relacionando espaços já existentes, promovendo convivência e troca de conhecimento entre artistas e interessados.

Sempre buscando ampliar as relações regionais, culturais e institucionais, no primeiro semestre de 2012 foram desenvolvidas duas atividades com essas características: a participação no evento SP estampa através de uma conversa realizada no Ateliê Piratininga, em São Paulo e o workshop “Lá e Quá” ministrado por Daniela Lorenzi e Kaori Miayama no Grupo Gravura Mariana Quito, em Santos.

Site:
https://estudiovalongo.wordpress.com/
Localização:
Rua Visconde de Vergueiro, nº 6 – sobreloja, Centro Histórico, Santos/SP-
Contato:
Fone: 13 78117405 (Fabiola Notari)
contato@estudiovalongo.org

Gráfica Clandestina

Seus idealizadores, Samuel Casal e Ramon Rodrigues se conheceram em Florianópolis quando estudaram com o mesmo professor de gravura (Bebeto) nas oficinas da Fundação Catarinense de Cultura, que fica no Centro Integrado de Cultura (CIC). Não chegaram a frequentar a oficina juntos, mas como eram vizinhos e com várias paixões em comum, não demorou para que começassem a fazer planos juntos.

“O nosso primeiro intuito com a Gráfica Clandestina é educativo, ou seja, demonstrar para o público como funciona a técnica de elaboração de uma xilogravura em todas as suas etapas. O processo de gravação e impressão é algo que nem todos conhecem ou entendem como funciona, por isso sempre conversávamos sobre a possibilidade de fazer um atelier móvel, onde as pessoas pudessem ver como tudo acontece. Outro fator decisivo para criarmos a Gráfica Clandestina é a facilidade que temos de poder trabalhar em qualquer lugar, pois todo o sistema funciona sem energia elétrica, tudo é feito manualmente. Depois de encontrar um carrinho de madeira, que o antigo dono havia feito à mão, para vender doces, mas nunca utilizou, compramos e reformamos da mesma forma, artesanalmente. Cada um dos quatro lados do carrinho tem uma função, onde pode ser realizada uma das etapas fundamentais da xilogravura: área de gravação da matriz, a área onde a matriz é impressa, a parte para secar a gravura e no final a galeria, onde as gravuras são penduradas já com as molduras.

Como trabalhamos com temas e elementos parecidos nos nossos trabalhos gráficos pessoais, não foi difícil definir a estética que o carrinho teria. Queríamos que a Gráfica Clandestina chamasse atenção por onde passasse, mesmo antes do público saber do que se tratava. Na nossa primeira aparição (na Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC) vimos que esse objetivo foi claramente alcançado. Não temos definido um tipo de lugar onde a Gráfica deve aparecer. Até porque a Gráfica Clandestina fica fora de contexto em qualquer lugar, e isso é ótimo.”

Fan Page:
https://www.facebook.com/graficaclandestina/

Laboratório das Artes

O Laboratório das Artes de Franca – Lab surgiu em 1982, iniciativa de um grupo de artistas e produtores culturais da cidade, como um projeto coletivo de produção e integração das mais diversas manifestações culturais e artísticas locais. Em 1983, por iniciativa do arquiteto Mauro Ferreira, foi construído um prédio para sediar as atividades do grupo, que se manteve ativo até 1987. Agora, o mesmo arquiteto e a artista plástica Atalie Rodrigues Alves reativaram o espaço e suas atividades, porém voltados para as artes visuais, a arquitetura e o patrimônio cultural.

O Lab pretende se firmar como um pólo de referência cultural na cidade, realizando atividades diversificadas no campo das artes visuais, da arquitetura e do patrimônio cultural de Franca e região e constituindo e promovendo a divulgação de um significativo acervo das artes visuais modernas.

O Lab possui espaço de exposição e sala para oficinas culturais, nos quais abriga mostras de arte, cursos de difusão e formação, debates, seminários, desenvolvimento de pesquisas e atividades de arte-educação.

Site:
http://www.laboratoriodasartes.com.br/
http://www.laboratoriodasartes.com.br/ogura.html
Localização:
Rua Cuba, 1099 – Jardim Consolação, Franca – SP.
Contato:
Fone: (16) 3722-5004
E-mail: laboratoriodasartes@yahoo.com.br

5 Responses

  1. Lídice Romano de Moura

    Olá Leandro, há um novo espaço de gravura em Santos desde o dia 29 de outubro. É o GRAVURAR na Vila Mathias. Uma das antigas sócias do Valongo, a Márcia Santtos, montou seu próprio ateliê que tem por objetivo fomentar a gravura em Santos. O ateliê oferece cursos e exposições. Atualmente o Espaço Valongo é ateliê particular do artista Fabrício Lopes. No Facebook há uma página do GRAVURAR.

    Responder
  2. André Nicolau

    Concordando com meu colega Alessandro Lima, e os coletivos de Belo Horizonte? Nossa cidade tem mostrado vários expoentes da gravura, em diversos formatos e modalidades. Pra citar rapidamente os que me lembro além da Garagem 84-i (que é onde trabalho): oficina subverso, diacrítico, casa gravada, casa da gravura. Enfim, tem muita gente fazendo história e preservando a memória desse universo gráfico… #ficaadica

    Responder
  3. jorge luiz cabral de lima

    obrigado por todas essas informaçoes . de verdade tirei proveito de tudo que voçes passaram . muito bom mesmo .

    Responder

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